Técnicas Reconstrutivas

Conheça mais sobre esse procedimento.

Estética e Funcionalidade sempre caminham juntas. No complexo maxilofacial não é diferente, os dentes e estruturas de suporte (gengiva e osso) trabalham juntos e fornecem a harmonia facial e funcionalidade para mastigação, fala e estética adequadas.

Portanto, a perda de algumas destas estruturas pode alterar a funcionalidade do complexo maxilomandibular e afetar fortemente a qualidade de vida das pessoas, além de prejudicar a estética dentária e facial, interferindo no convívio social dos pacientes afetados.

Dúvidas Frequentes

Veja algumas dúvidas que podem te ajudar.

As lesões dentárias (cárie, cistos, tumores, etc) e os traumas faciais são as causas mais comuns de perdas dentárias. É necessário procurar um dentista para avaliar a condição biológica no local da perda dentária. Existem várias maneiras de devolver o(s) dente(s) perdido(s), que vão desde o planejamento e instalação de próteses provisórias, próteses definitivas fixas ou removíveis e o padrão ouro nas reabilitações que são os implantes dentários.

Sim. Os implantes dentários foram idealizados para substituir um ou mais dentes de forma que fiquem o mais semelhante possível a um dente normal. Quando bem planejados e bem conduzidos fornecem saúde gengival e periodontal ao paciente, permitindo função e estética normais.

Não. É necessária uma avaliação minuciosa e o planejamento é realizado caso a caso. Há uma série de fatores que indicam e que contra-indicam a realização do procedimento reabilitador com implantes dentários.

Basicamente a contraindicação mais marcante é a presença de lesões malignas e/ou tratamento quimio ou radioterápico para tais lesões. Nestes casos é necessária avaliação em conjunto com o Oncologista responsável, para definição do curso do tratamento.

Depende. Primeiramente é necessária avaliação clínica e radiográfica da região candidata a receber o implante. Nesta avaliação, os nossos especialistas observarão a qualidade da gengiva ao redor, a anatomia óssea regional, a proximidade da área a ser operada com as estruturas nobres da face (Seio maxilar, nervos alveolar inferior ou mentual, etc), além do volume ósseo presente, se é suficiente ou não para receber o implante.

Atualmente dispomos de técnicas para repor o osso perdido fisiológica ou patologicamente. Estas técnicas se chamam “Enxertos ósseos”. Estes enxertos podem ser tanto de origem autógena (do próprio paciente), homógenos (banco de ossos humanos), alógenos (matriz óssea bovina) ou sintéticos (industrializados). Os procedimentos cirúrgicos podem ser realizados tanto em consultório odontológico quando em hospital – centro cirúrgico, tudo depende da magnitude do defeito e do planejamento reabilitador.

Os locais doadores variam, e dependem da quantidade e qualidade de osso necessário para a realização do procedimento cirúrgico que atenderá ao planejamento proposto.

Os locais mais comuns para remoção são a região de corpo mandibular (Atrás do ultimo dente da mandíbula, a região do dente do siso), mento (queixo) e crista ilíaca (osso do quadril).

Os enxertos que não são oriundos do próprio paciente são de qualidade inferior e possuem menor previsibilidade de incorporação (união ao leito receptor). E também dependendo da quantidade e qualidade de osso necessária no procedimento, o osso autógeno torna-se indispensável. Mas geralmente, para pequenos procedimentos, os enxertos homógenos, alógenos ou sintéticos podem proporcionar ótimos resultados.

Geralmente após 6 (seis) meses após a realização do enxerto ósseo, mediante a realização de exames de imagem (Tomografia computadorizada), o implante poderá ser realizado com eficiência, seguindo a técnica adequada.

Sim. Em algumas e raras situações, a disseminação de infecção por exemplo, ou mesmo uma alta taxa de reabsorção óssea fisiológica (do próprio organismo) após a cirurgia, pode tornar necessário o posicionamento de mais enxerto no ato da instalação do implante ou mesmo tornar inviável o procedimento.

Em alguns casos, principalmente em regiões estéticas, há a possibilidade de instalação do implante com a coroa protética no mesmo ato, chamamos esta técnica de “Implante com carga imediata”, mas como tudo na saúde, há suas indicações e contra-indicações.

Normalmente, a osseointegração – que literalmente significa o processo de união celular entre a superfície metálica do implante ao tecido ósseo – ocorre em 3-4 meses, a depender da qualidade do leito ósseo receptor. Há atualmente implantes mais modernos que possuem um tratamento especial na sua superfície, o que torna o período de osseointegração mais curto, em torno de 1 (um) mês. Consulte nossa equipe de especialistas para saber qual tipo de implante mais adequado para o seu caso.

Errado. Como qualquer prótese dentária, o implante requer manutenções. A depender do caso elas podem ser trimestrais, semestrais ou até mesmo anuais. Isso garante a manutenção do correto torque – que é a força que mantém a coroa do implante unida ao implante – além de manter a estética e saúde gengival adequados. Desta maneira seu implante terá vida útil maior, e menor probabilidade de fraturas ou rompimento da coroa instalada.

A Maxilart conta com profissionais de elevado nível nas mais diversas áreas, todos conectados entre si e planejando juntos para que nossos pacientes recebam o melhor tratamento disponível no mercado. Agende uma avaliação, e tenha suas dúvidas respondidas.

AGENDE AGORA MESMO UMA AVALIAÇÃO CONOSCO