Lesões na Boca, Maxilares e Face

Conheça mais sobre esse procedimento.

A patologia bucal e maxilofacial é uma especialidade da odontologia que visa o reconhecimento da natureza, identificação e tratamento das doenças que acometem a região da boca, maxilares e face. Desta forma, ela ocupa uma posição única nos cuidados com a saúde da população, tanto na odontologia quanto na medicina.

A especialidade de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial tem um profundo conhecimento na anatomia da região de cabeça e pescoço bem como nas lesões e doenças que acometem essa região. Trabalhamos de forma colaborativa com outras especialidades médicas e odontológicas para promover a resolução do problema e a reabilitação desses pacientes.

Dúvidas Frequentes

Veja algumas dúvidas que podem te ajudar.

Sim. Muitos cistos e/ou tumores em boca podem ter essa associação. Os dentes mais comumente afetados por essa associação são os terceiros molares (chamados sisos). Dependendo do tempo de evolução podem causar fraturas patológicas onde o individuo pode fraturas a mandíbula ao mastigar. Exames rotineiros através de uma panorâmica dos maxilares podem elucidar dúvidas e direcionar para eventuais exames mais detalhados.

Sim. Existem doenças que podem manifestar sinais e sintomas em boca. Essas doenças podem ser locais ou sistêmicas. De uma forma geral qualquer ferida na boca que não cicatrize espontaneamente por um período de 15 dias indica que você precisa procurar um profissional para descartar câncer bucal ou outras lesões.

Vamos citar algumas das mais comuns, mas a melhor conduta e procurar agendar uma avaliação.

Sífilis: Um dos primeiros sintomas da doença aparece na boca, por meio de feridas abertas que demoram a cicatrizar. A forma secundária da doença pode apresentar placas vermelhas e úlceras.

Leucemia: Esse tipo de câncer sanguíneo, na maioria dos casos, pode causar aumento generalizado da gengiva e sangramentos espontâneos que não eram notados anteriormente.

Anemia: A língua passa a ficar mais lisa, além apresentar aspecto ‘careca’, ou seja, menos áspera e brilhante.

Bulimia: Ao provocar o vômito intencionalmente, o bulímico acaba trazendo para a boca o ácido clorídrico, que causa a destruição dos tecidos dentários e machuca a mucosa.

HPV: O mesmo subtipo de HPV causador do câncer no colo do útero pode aparecer na boca, se manifestando por meio de uma ou diversas verrugas. O quadro merece atenção, pois pode evoluir para um câncer (HPV de alto risco).

Doenças autoimunes: Enfermidades como o lúpus, pênfigo vulgar e penfigóide benigno das membranas mucosas também se manifestam na boca por meio de lesões ulcerativas – feridas abertas que doem e incomodam.

Diabete: Nesse caso a manifestação oral não se dá por meio de lesões, mas sim pelo hálito cetônico – odor característico da doença que se assemelha ao cheiro de frutas envelhecidas. Além disso, a gengivite também é comum.

Cirrose hepática: Palidez das mucosas bucais, as vezes com tonalidade amarelada ou esverdeada, é uma manifestação bucal da doença.

Aids: É comum que a primeira manifestação da doença ocorra na boca, pois patologias causadas por bactérias, fungos ou vírus atacam o sistema imunológico do paciente. Gengiva inflamada, candidíase (placas brancas que podem ser removidas com a raspagem), placas ou linhas verticais brancas na região lateral da língua, e feridas (aftas maiores) nas mucosas internas, língua, gengiva, amígdalas e lábios são os alguns dos sintomas.

Sim. Feridas que se manifestam a mais de 15 dias, merecem uma atenção especial. O paciente deve procurar um cirurgião dentista ou um especialista em Cirurgia Buco-Maxilo-Facial para avaliar clinicamente, e se necessário, realizar o procedimento de biópsia para um diagnóstico mais conclusivo.

Muitas lesões podem ser diagnosticadas clinicamente, porém são raras. Na maioria das vezes é necessário lançar mão do procedimento de biopsia, que é remover um fragmento da lesão para ser estudado no microscópio e assim apresentar um diagnóstico mais preciso e um plano de tratamento mais eficaz e menos invasivo.

O ameloblastoma é o tumor odontogênico clinicamente significativo mais comum. Sua frequência relativa se iguala à frequência combinada de todos os outros tumores odontogênicos, excluindo os odontomas (que são aglomerados de vários dentículos). Os ameloblastomas são tumores de crescimento lento, localmente invasivos, que apresentam um curso benigno na maior parte dos casos. Quando diagnosticado precocemente, o tratamento é menos invasivo com baixa chance de recidiva.

Sim. Existem lesões benignas em lábio, principalmente em lábio inferior, que são muito comuns em pessoas que ficaram expostas cronicamente aos raios solares por vários anos. Essas lesões têm um potencial de malignidade, ou seja, se tornar uma lesão maligna como o câncer de boca. A prevenção nesse caso, é muito importante, com o uso de filtro solar labial, o auto-exame e a consulta em um espacialista.

A Maxilart conta com profissionais de elevado nível nas mais diversas áreas, todos conectados entre si e planejando juntos para que nossos pacientes recebam o melhor tratamento disponível no mercado. Agende uma avaliação, e tenha suas dúvidas respondidas.

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